sexta-feira, outubro 13, 2006

Gerais


Dois dias depois do domingo fatídico para o PMDB, não havia uma alma que conseguia falar pelo celular com coordenador geral da campanha de Maguito, Frederico Jayme.

O peemedebista tomou chá-de-sumiço. Desapareceu geral.

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Também não tente achar Frederico em algum evento peemedebista.

Missão impossível.

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Antes de fechar com Augusto Fonseca, Maguito também conversou com Renato Monteiro, da agência Cantagalo, e com Paulo de Tarso, que cuidou do marketing da campanha de Barbosa Neto (PSB).

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Mais fácil todos os vereadores da Câmara Municipal de Goiânia abrir mão de seus salários do que começarem a sessão no horário regimental.

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Pérolas lulistas no comício em Valparaíso (GO), na quinta-feira, 12.

. Osmar “Guimarães” ao invés de “Magalhães”;
. “Retorno” no lugar de “Entorno”;
. Usou “Santilli” para o sobrenome de Onaide;
. Ainda sobre Onaide: ela, segundo o petista, é “viça”, ou “vissa” governadora.

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No comitê de Maguito, comentário geral de que a Celg poderia sofrer intervenção do governo federal.

quarta-feira, outubro 04, 2006

Gerais

Na última semana que antecedeu 1º de outubro, o supervisor estratégico da campanha de Maguito, Euler Morais, apareceu em um evento que a Fumdec realizava no Clube Oásis.

O tal evento tratava-se da comemoração do Dia da Pessoa Idosa.

Euler então acenou para Laydes Seabra, presidente da Fumdec, e saiu em seguida.

E ninguém entendeu nada...
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Dez dias antes do primeiro turno, um então candidato a deputado federal (hoje derrotado) com trânsito no Palácio contava que a campanha de Alcides vivia um dilema:

Ou pagava o funcionalismo público em dia e ficava bem com este segmento do eleitorado;

Ou pagava o que devia aos empreiteiros para que estes pudessem, posteriormente, fazer boas e generosas doações para a campanha.

Ao que consta, parece que Alcides quis a primeira opção.
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Nesta quarta-feira, o marqueteiro de Alcides, Jorcelino Braga, informou que ainda não é certo que o pepista irá participar de algum debate neste segundo turno.

Pior para Maguito Vilela, que está louco para o confronto direto com o governador.

Relembrar é viver – parte I

Às vezes um jornalista depara-se com situações que são, digamos, inexplicáveis.
Em abril, o ex-candidato a prefeito de Goiânia e presidente do PHS, Walter Souto, foi à Tribuna do Planalto dizer “com muita veemência” que era candidato ao governo.

Detalhou propostas.
Detalhou articulações com o Prona, PTC, PMN, PDT e PRP.
Detalhou como pretendia agir para que o PHS ultrapasse a cláusula de barreiras.

Por fim, disse que o PHS “não abria mão” de lançar um candidato a governador.

Quase dois meses depois, Walter Souto, em um único dia, negociou a entrada do PHS na Coligação do Tempo Novo, recuou, e mais tarde, cedeu: já não era mais candidato ao governo do Estado e o PHS era a mais nova legenda a integrar a base aliada.

Walter Souto, domingo último, teve 3.344 votos.

Relembrar é viver – parte II


No dia 7 de maio, a prefeita de Caldas Novas, Magda Mofatto (PTB), anunciou apoio à candidatura de Demóstenes Torres (PFL) ao governo do Estado. Naquela época, o pefelista estava em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de votos.

No dia 25 de maio, Magda foi ao gabinete de Alcides Rodrigues (PP) e, após reunião a portas fechadas, falou à imprensa que apoiava o projeto de reeleição do pepista.

Para justificar – tentar, pelo menos – a mudança da preferência política da prefeita, o secretário de Governo, Armando Vergílio (do mesmo partido dela), disse que o governador havia autorizado Magda a ser uma das interlocutoras palacianas e oferecer a vice ao PFL.

Assunto velho, mas vale as perguntas:
1.Que cacife político Magda tem para oferecer a vice a alguém?
2.Para oferecer a vice a Demóstenes, precisava convocar a imprensa e dizer que o apoiava?

Bem, a história não pára por aqui.
Uma semana antes do primeiro turno, Magda Mofatto, como ela mesma diz, “maguitou”.

Então, que os peemedebistas fiquem atentos. Como Alcides lidera a corrida sucessória rumo ao segundo turno, a prefeita de Caldas Novas pode migrar novamente para o Palácio das Esmeraldas.

Se assim fizer, que desculpa o governo irá dar? Que Magda foi “autorizada” a articular a saída de Maguito do páreo?

terça-feira, setembro 26, 2006

Gerais - o retorno

Hoje, terça-feira, 26, a Santa Casa de Misericórdia assumiu oficialmente a gestão do Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia, em solenidade realizada no próprio hospital.

Pelo que se viu por lá, o local tem tudo pra ser o “Centro Cultural Oscar Niemeyer” da Saúde, conforme apelido dado por alguns peemedebistas.

Um exemplo: a lavanderia ainda nem foi concluída. E mais: o piso que colocaram lá é inadequado e vai ter que ser trocado. Algumas máquinas começam a deslizar quando ligadas.

A propósito, nunca se viu tantas câmeras “avulsas” no hospital, sem qualquer referência a um determinado veículo de comunicação.

É aguardar então o último programa no horário eleitoral gratuito.

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Sinais do corre-corre que tomou conta do comitê peemedebista:

1. Assessores ligam – por iniciativa própria – para contar as ações que o prefeito Iris Rezende vai desenvolver na Capital nesta reta final da campanha;
2. Repórteres são convocados para uma coletiva no apartamento de Maguito Vilela sob o pretexto de que ele dará entrevistas para algumas emissoras de tevê (?);
3. Imensa facilidade para agendar entrevistas.

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Paulo Magalhães é dono de um jornal na Capital (não me pergunte a periodicidade!!!).
Foi ele que, tempos atrás, teve um "pega pra capar" com o deputado estadual Misael Oliveira (o resultado foi um tiro disparado por Misael no pé de Magalhães).

Hoje Magalhães é candidato a deputado estadual pelo PTC.
Semana passada, na porta da Iquego, ele pediu votos aos jornalistas que ali estavam. “A imprensa (?) precisa marchar unida”, alegou.

Magalhães estava lá para falar com Alcides Rodrigues. Disse que rompera com Maguito Vilela, mas queria que o governador resolvesse o “problema” dele com combustível....

__Ele mandou eu falar com um tal de Chico, mas o cara não faz nada, pô! __esbravejou.

Aliás, neste dia, ninguém entendeu nada: a agenda de Alcides marcava uma visita à Iquego. Ele não só não apareceu, como ninguém na Iquego não sabia de nada.

A assessoria de Alcides também foi a única que não confirmou a participação dele na segunda rodada de sabatinas da Difusora.

Maguito Vilela é o último, programado para esta quinta-feira, 28.

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Marconi Perillo, no dia em que lançou seu “plano de atuação” para o Senado, questionado sobre a não participação nos debates:
__ Nós só tivemos um debate até agora, o da Rádio 730. Eu não pude (?) comparecer e justifiquei. As pessoas me conhecem, sabem como me comporto e me comportei durante o meu governo. Eu sempre estive à disposição (?) para responder à todas as questões da imprensa.

No dia desta coletiva, Marconi demonstrou irritação com algumas críticas feitas dias antes por Ney Moura Teles (PMDB).
Mas rapidinho, rapidinho, a entrevista foi encerrada. Ou melhor: jogaram um balde de gelo em cima dela.

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Engajamento é isso aí!!!

Figuras ilustres no último adesivaço de Alcides Rodrigues: Ovídio de Angelis (secretário de Comércio Exterior), David Coutinho (presidente da Juceg) e Eli Chidiac (chefe da Assessoria Internacional do Estado).

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Frase que ecoa no comitê de Barbosa Neto (PSB):

“Quem tem Osmar Magalhães como amigo não precisa de inimigo!”

quinta-feira, setembro 21, 2006

Gerais

Na quarta-feira, 20, Marconi Perillo lançou seu plano de atuação para o Senado da República. “Caso eu seja eleito”, repetia ele, com freqüência.

Durante a apresentação feita no auditório do Augustu´s Hotel, Marconi pediu, na frente de todos, que Marcos Villas Boas, espécie de coordenador-geral do plano, trocasse imediatamente “portadores de deficiências” por “portadores de necessidades especiais”. De bate-pronto, disse: “Não gosto deste termo”.

Diante de um pequeno constrangimento que se instalou no local – digamos que o tom foi meio ríspido -, Marconi emendou: “Isso é que é interatividade”.

E ninguém falou mais nada.

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Ainda nesta quarta-feira, um funcionário do Palácio das Esmeraldas, que se identificou como assessor de imprensa, ligou para a Difusora para falar que a imprensa teria novidades se acompanhasse a sessão que a Câmara Municipal da cidade de Goiás faria naquele dia.

Os vereadores iriam tratar das investigações que envolvem supostas irregularidades no transporte escolar e que teriam a participação do presidente da Casa, Anajarino Garcia, e o prefeito do município, Abner Curado

Garcia é do PFL. Curado, do PMDB.

E o Palácio, claro, não ia perder a oportunidade de “dedurar” integrantes de partidos adversários.

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Neste último final de semana, uma tia que mora em Jataí, no Sudoeste goiano, disse, de maneira enfática, que não vota mais em Maguito Vilela porque o peemedebista está apoiando a reeleição do presidente Lula.

E assim, outras pessoas farão o mesmo. Ainda mais em tempos de dossiês...

Será que o PMDB já tem em mãos pesquisas qualitativas que comprovam que Maguito fez bom ou mau negócio ao hipotecar apoio ao petista?

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Se o povo não vai aos comícios, Mané de Oliveira vai ao povo.

Candidato a deputado federal pelo PSDB, Mane tem sido visto ao lado dos portões de acesso dos terminais de ônibus em cima de uma carro com alto-falante.

Ali mesmo, nos horários de pico, o tucano faz seu discurso. Lembrando-se sempre de dizer que “não tem o rabo preso com ninguém”.

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Ex-líder do governo e candidato à reeleição, o deputado estadual Hélio de Sousa, do PFL governista, não dá um pio sobre as campanhas do também pefelista Demóstenes Torres e do pepista Alcides Rodrigues.

Oficialmente, Hélio está na chapa de Demóstenes. Mas se pudesse, pediria abertamente votos para Alcides.

“Prefiro não falar nada para não me complicar”, alega.

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Esta semana Barbosa Neto foi fazer o lançamento das suas propostas para a Saúde, todas reunidas em uma “Carta de Princípios”.

O socialista seguiu então para a porta do Hospital Geral de Goiânia (HGG).

Tinha tão pouca gente que assessores de Barbosa torciam para que emissoras de televisão não fossem cobrir o evento.

Mas não teve jeito. A TV Anhanguera foi a primeira a chegar.

quarta-feira, setembro 13, 2006

Gerais



Candidato ao Senado, Marconi Perillo (PSDB) lançou seu site na última terça-feira.

No link "Biografia", a história do tucano em português, inglês e espanhol.

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O debate que seria realizado pela OAB-GO na noite desta quarta-feira foi cancelado.

Oficialmente a OAB diz que houve incompatibilidade na agenda dos candidatos.

Estranho. Muito estranho.

Pelas agendas divulgadas nesta quarta, apenas na de Maguito não constava a ida ao confronto. No mesmo horário ele teria uma reunião na Associação Comercial e Industrial do Estado de Goiás (Acieg). Ou seja, por razões óbvias (podemos falar de financiamento de campanha, talvez), Maguito preferiu tratar de política com empresários.
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Especulações também davam conta de que muitos coordenadores de campanha trabalharam nos bastidores para cancelar o debate.
Estavam temorosos de que seus candidatos não se saísseim bem, vez que 1º de outubro está cada vez mais próximo.

No caso, alegaram que a OAB já havia realizado um debate em Anápolis no dia 31 de julho (Alcides não compareceu.)

Na verdade, quem promoveu o debate nesta data foi uma subseção da OAB.

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Demóstenes Torres (PFL) foi hoje à Fieg apresentar suas propostas de governo.
Deu entrevista à rádio 730 am minutos antes de falar aos empresários.
Questionado sobre a intenção de Marconi em processá-lo - Demóstenes o chamou de "bandido" no debate da TV Record - o pefelista não hesitou em repetir o ataque.

terça-feira, setembro 12, 2006

Ausências

Alcides Rodrigues (PP) e Maguito Vilela (PMDB) não compareceram ao debate promovido pela Universidade Federal de Goiás (UFG) hoje, na Faculdade de Direito.

No mesmo horário, o peemedebista preferiu reunir-se com profissionais do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea-Go). O pepista foi para uma carreata em Novo Gama.

No final, o confronto ficou apenas entre Elias Vaz (PSOL), Demóstenes Torres (PFL) e Barbosa Neto (PSB). Edward Júnior (PSDC) não foi convidado.

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Aliás, por pouco o debate da UFG não é realizado.

É que faleceu um servidor da Faculdade de Direito – cujo auditório serviu de palco para o embate dos governadoriáveis – conhecido como "Vadinho" e as aulas foram suspensas.

Temerosos de que não haveria quórum e diante da ausência dos dois principais candidatos, os organizadores cogitaram a suspensão do debate.

O presidente da Adufg, Romualdo Campos, resolveu então aguardar um pouco mais para ver se o público apareceria enquanto os candidatos chegavam.

No final, saiu o debate.

sexta-feira, setembro 08, 2006

Mundo virtual

Deu no site do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás.

Carlinhos Cachoeira quer receber uma indenização por danos morais do procurador-geral de Justiça, Saulo de Castro Bezerra.

Cachoeira acusa Saulo de tê-lo caluniado e difamado por ter dito, na imprensa, que o empresário do ramo de jogos praticou crime de corrupção ao comprar sentença judicial.

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No site de Alcides Rodrigues, candidato à reeleição, uma enquete pergunta o que a venda da Usina de Cachoeira Dourada pelo governo Maguito trouxe para o Estado.

91,65% acham que "grande" prejuízo.
0,26% acham que "pequeno" prejuízo.
7,39% acham que "vantagem".