Chá de sumiço
Estava prevista a participação de Edward Júnior, governadoriável do PSDC, no Informe Goiás, apresentado por Paulo Beringhs, na Rede Record, na última terça-feira.
Edward não compareceu e alegou “imprevistos”.
Na semana passada, Edward também não apareceu para entrevista na Tribuna do Planalto.
Daí se vê a importância que ele dá – se é que deu em algum momento – à sua candidatura.
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No mesmo telejornal, Beringhs deu uma nota em que a secretária de Cidadania Linda Monteiro (PPS) avisava que só se pronunciara sobre a ação penal proposta pelo Ministério Público contra ela após ser notificada pela Justiça.
Linda e outros cinco auxiliares do governo são acusados de omissão ao não demitirem servidores comissionados que se enquadravam nos casos de nepotismo. Eles sequer teriam informados o MP da lista de funcionários que se enquadrariam neste caso.
Por que as autoridades e gestores públicos têm a mania de se pronunciarem apenas após serem notificadas oficialmente?
Talvez porque não tenham um argumento convincente naquele momento.
Ou porque talvez nós, jornalistas, nos esqueçamos de cobrar, após a bendita notificação oficial, uma resposta.
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Na última segunda-feira, o governadoriável Demóstenes Torres (PFL) foi apresentar suas propostas de governo à Associação Goiana das Empresas de Engenharia (AGE).
O quórum estava tão baixo que o presidente da AGE saiu convocando, às pressas, todos que calmamente tomavam um café da manhã no local para “encher” o auditório.


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