Sexta-feira, Junho 30, 2006

E no PDT...

O presidente do PDT, Carlos Luppi, foi bem enfático com o prefeito Iris Rezende na hora de acertar os detalhes da parceria entre PDT-PMDB.

Os peemedebistas teriam que garantir colégios eleitorais suficientes para eleger um deputado federal do PDT.

Iris resumiu-se a pedir que os deputados estaduais pedetistas que fossem eleitos na chapa encabeçada por Maguito Vilela fossem leais ao peemedebista em um futuro governo do PMDB.

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A propósito, o vereador Euler Ivo diz que se o presidenciável do seu partido, senador Cristovam Buarque (DF), não passar para um eventual segundo turno, ele apoia a reeleição de Lula.
Cristovam tem ódeio mortal do petista.

Santa coerência política!

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Passava das duas da madrugada (de quinta-feira) quando o telefone celular da deputada estadual Isaura Lemos tocou. Era o deputado federal Barbosa Neto, candidato ao governo pelo PSB.

O socialista queria uma reunião para discutir apoio do PDT à sua postulação.

Claro, as conversas não prosperaram. E não foi por culpa do horário. Mas porque Barbosa tem o PT de Lula ao seu lado, enquanto Isaura defende o presidenciável Cristovam Buarque, senador por Brasília.

E também porque existe algo chamado verticalização.

Caixão

Com o devido respeito às famílias dos mortos, mas a semana foi deveras fúnebre para o prefeito de Goiãnia, iris Rezende (PMDB).
Em quatro dias foram três velórios.
Um do irmão, Orlando Carneiro; outro da irmã do secretário especial Fernando Santana; e o último de Vicente Terra, da Secretaria de Esporte e Lazer.

Misericórdia.

PT e PSB: agora é pra valer

Nem tinha começado a convenção do PT no diretório regional e adesivos de "barbosaneto.com.br" circulavam livremente pelas mãos dos militantes.
Adesivos com endereços de site foi um meio encontrado pelos políticos para divulgarem seu nome sem provocar a Procuradoria Eleitoral.

Quando Barbosa Neto chegou, foi direto para uma entrevista coletiva.
Ao final, foi efusivamente aplaudido pelos petistas.

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Pelas conversas de pré-candidatos a deputado estadual pelo PT, percebe-se a supremacia do presidente Rubens Otoni e de sua tendência, o PT Pra Vencer.
Quem passou pelo diretório na manhã desta sexta-feira falou que pretende fazer dobradinha com Otoni, que vai disputar a reeleição para a Câmara Federal.
Dentre os argumentos, a maioria o citou como um político ético.

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Ele pode até negar, mas que Otoni ficou doído pelo fato do PT ter sido preterido pelo PMDB, isso ficou.
Se não tivesse ficado, não daria respostas tão ásperas quando questionado sobre o assunto.

Falta liga

Daqui a pouco começa a reunião da Executiva do PT, no diretório regional.
O governadoriável Barbosa Neto (PSB) passará por lá.

Presidente do partido, o deputado federal Rubens Otoni tem alguns desafios pela frente: convencer a militância petista de que Barbosa Neto é um nome mais aglutinador do que Maguito Vilela (PMDB) e unir o partido sob o argumento de que é preciso lutar pela reeleição de Lula.

Em se tratando de uma dissidência da Articulação, a tarefa pode não ser fácil.
Ou pode.
No caso do PT de Goiás, reina o imprevisivel.

Quinta-feira, Junho 29, 2006

No reino da boatolândia

A manhã de quinta-feira (29.06) foi marcada pelas fortes especulações de que Barbosa Neto não seria mais candidato ao governo.
Os boatos ganharam força na convenção do PDT, onde Isaura Lemos anunciou apoio ao PMDB de Maguito Vilela.
À tarde, a notícia havia se espalhado até por Brasília.
No início da noite, a confirmação: o socialista é mesmo candidato ao Palácio das Esmeraldas.
A Alcides Rodrigues, o aviso: um pouco de escudo e canja de galinha não fazem mal a ninguém.

À la Lula

Ontem, quarta-feira (28/06), Alcides Rodrigues (PP) oficializou o aumento do Renda Cidadã - de R$ 60 para R$ 80, promessa de campanha do então candidato à reeleição, Marconi Perillo (PSDB), em 2002.
Salvo engano, este valor deveria chegar a R$ 100.
Hoje, quinta-feira (29/06), Alcides entregou mais 6 mil Bolsas Universitárias.
E há quem diga que o pepista não está empenhado no projeto de reeleição...
Aliás, segue os moldes de Lula.
Se o petista considera que os cartões do Bolsa-Família são trunfos de campanha, Alcides conta com os projetos sociais.