Terça-feira, Setembro 26, 2006

Gerais - o retorno

Hoje, terça-feira, 26, a Santa Casa de Misericórdia assumiu oficialmente a gestão do Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia, em solenidade realizada no próprio hospital.

Pelo que se viu por lá, o local tem tudo pra ser o “Centro Cultural Oscar Niemeyer” da Saúde, conforme apelido dado por alguns peemedebistas.

Um exemplo: a lavanderia ainda nem foi concluída. E mais: o piso que colocaram lá é inadequado e vai ter que ser trocado. Algumas máquinas começam a deslizar quando ligadas.

A propósito, nunca se viu tantas câmeras “avulsas” no hospital, sem qualquer referência a um determinado veículo de comunicação.

É aguardar então o último programa no horário eleitoral gratuito.

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Sinais do corre-corre que tomou conta do comitê peemedebista:

1. Assessores ligam – por iniciativa própria – para contar as ações que o prefeito Iris Rezende vai desenvolver na Capital nesta reta final da campanha;
2. Repórteres são convocados para uma coletiva no apartamento de Maguito Vilela sob o pretexto de que ele dará entrevistas para algumas emissoras de tevê (?);
3. Imensa facilidade para agendar entrevistas.

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Paulo Magalhães é dono de um jornal na Capital (não me pergunte a periodicidade!!!).
Foi ele que, tempos atrás, teve um "pega pra capar" com o deputado estadual Misael Oliveira (o resultado foi um tiro disparado por Misael no pé de Magalhães).

Hoje Magalhães é candidato a deputado estadual pelo PTC.
Semana passada, na porta da Iquego, ele pediu votos aos jornalistas que ali estavam. “A imprensa (?) precisa marchar unida”, alegou.

Magalhães estava lá para falar com Alcides Rodrigues. Disse que rompera com Maguito Vilela, mas queria que o governador resolvesse o “problema” dele com combustível....

__Ele mandou eu falar com um tal de Chico, mas o cara não faz nada, pô! __esbravejou.

Aliás, neste dia, ninguém entendeu nada: a agenda de Alcides marcava uma visita à Iquego. Ele não só não apareceu, como ninguém na Iquego não sabia de nada.

A assessoria de Alcides também foi a única que não confirmou a participação dele na segunda rodada de sabatinas da Difusora.

Maguito Vilela é o último, programado para esta quinta-feira, 28.

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Marconi Perillo, no dia em que lançou seu “plano de atuação” para o Senado, questionado sobre a não participação nos debates:
__ Nós só tivemos um debate até agora, o da Rádio 730. Eu não pude (?) comparecer e justifiquei. As pessoas me conhecem, sabem como me comporto e me comportei durante o meu governo. Eu sempre estive à disposição (?) para responder à todas as questões da imprensa.

No dia desta coletiva, Marconi demonstrou irritação com algumas críticas feitas dias antes por Ney Moura Teles (PMDB).
Mas rapidinho, rapidinho, a entrevista foi encerrada. Ou melhor: jogaram um balde de gelo em cima dela.

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Engajamento é isso aí!!!

Figuras ilustres no último adesivaço de Alcides Rodrigues: Ovídio de Angelis (secretário de Comércio Exterior), David Coutinho (presidente da Juceg) e Eli Chidiac (chefe da Assessoria Internacional do Estado).

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Frase que ecoa no comitê de Barbosa Neto (PSB):

“Quem tem Osmar Magalhães como amigo não precisa de inimigo!”

Quinta-feira, Setembro 21, 2006

Gerais

Na quarta-feira, 20, Marconi Perillo lançou seu plano de atuação para o Senado da República. “Caso eu seja eleito”, repetia ele, com freqüência.

Durante a apresentação feita no auditório do Augustu´s Hotel, Marconi pediu, na frente de todos, que Marcos Villas Boas, espécie de coordenador-geral do plano, trocasse imediatamente “portadores de deficiências” por “portadores de necessidades especiais”. De bate-pronto, disse: “Não gosto deste termo”.

Diante de um pequeno constrangimento que se instalou no local – digamos que o tom foi meio ríspido -, Marconi emendou: “Isso é que é interatividade”.

E ninguém falou mais nada.

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Ainda nesta quarta-feira, um funcionário do Palácio das Esmeraldas, que se identificou como assessor de imprensa, ligou para a Difusora para falar que a imprensa teria novidades se acompanhasse a sessão que a Câmara Municipal da cidade de Goiás faria naquele dia.

Os vereadores iriam tratar das investigações que envolvem supostas irregularidades no transporte escolar e que teriam a participação do presidente da Casa, Anajarino Garcia, e o prefeito do município, Abner Curado

Garcia é do PFL. Curado, do PMDB.

E o Palácio, claro, não ia perder a oportunidade de “dedurar” integrantes de partidos adversários.

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Neste último final de semana, uma tia que mora em Jataí, no Sudoeste goiano, disse, de maneira enfática, que não vota mais em Maguito Vilela porque o peemedebista está apoiando a reeleição do presidente Lula.

E assim, outras pessoas farão o mesmo. Ainda mais em tempos de dossiês...

Será que o PMDB já tem em mãos pesquisas qualitativas que comprovam que Maguito fez bom ou mau negócio ao hipotecar apoio ao petista?

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Se o povo não vai aos comícios, Mané de Oliveira vai ao povo.

Candidato a deputado federal pelo PSDB, Mane tem sido visto ao lado dos portões de acesso dos terminais de ônibus em cima de uma carro com alto-falante.

Ali mesmo, nos horários de pico, o tucano faz seu discurso. Lembrando-se sempre de dizer que “não tem o rabo preso com ninguém”.

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Ex-líder do governo e candidato à reeleição, o deputado estadual Hélio de Sousa, do PFL governista, não dá um pio sobre as campanhas do também pefelista Demóstenes Torres e do pepista Alcides Rodrigues.

Oficialmente, Hélio está na chapa de Demóstenes. Mas se pudesse, pediria abertamente votos para Alcides.

“Prefiro não falar nada para não me complicar”, alega.

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Esta semana Barbosa Neto foi fazer o lançamento das suas propostas para a Saúde, todas reunidas em uma “Carta de Princípios”.

O socialista seguiu então para a porta do Hospital Geral de Goiânia (HGG).

Tinha tão pouca gente que assessores de Barbosa torciam para que emissoras de televisão não fossem cobrir o evento.

Mas não teve jeito. A TV Anhanguera foi a primeira a chegar.

Quarta-feira, Setembro 13, 2006

Gerais



Candidato ao Senado, Marconi Perillo (PSDB) lançou seu site na última terça-feira.

No link "Biografia", a história do tucano em português, inglês e espanhol.

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O debate que seria realizado pela OAB-GO na noite desta quarta-feira foi cancelado.

Oficialmente a OAB diz que houve incompatibilidade na agenda dos candidatos.

Estranho. Muito estranho.

Pelas agendas divulgadas nesta quarta, apenas na de Maguito não constava a ida ao confronto. No mesmo horário ele teria uma reunião na Associação Comercial e Industrial do Estado de Goiás (Acieg). Ou seja, por razões óbvias (podemos falar de financiamento de campanha, talvez), Maguito preferiu tratar de política com empresários.
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Especulações também davam conta de que muitos coordenadores de campanha trabalharam nos bastidores para cancelar o debate.
Estavam temorosos de que seus candidatos não se saísseim bem, vez que 1º de outubro está cada vez mais próximo.

No caso, alegaram que a OAB já havia realizado um debate em Anápolis no dia 31 de julho (Alcides não compareceu.)

Na verdade, quem promoveu o debate nesta data foi uma subseção da OAB.

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Demóstenes Torres (PFL) foi hoje à Fieg apresentar suas propostas de governo.
Deu entrevista à rádio 730 am minutos antes de falar aos empresários.
Questionado sobre a intenção de Marconi em processá-lo - Demóstenes o chamou de "bandido" no debate da TV Record - o pefelista não hesitou em repetir o ataque.

Terça-feira, Setembro 12, 2006

Ausências

Alcides Rodrigues (PP) e Maguito Vilela (PMDB) não compareceram ao debate promovido pela Universidade Federal de Goiás (UFG) hoje, na Faculdade de Direito.

No mesmo horário, o peemedebista preferiu reunir-se com profissionais do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea-Go). O pepista foi para uma carreata em Novo Gama.

No final, o confronto ficou apenas entre Elias Vaz (PSOL), Demóstenes Torres (PFL) e Barbosa Neto (PSB). Edward Júnior (PSDC) não foi convidado.

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Aliás, por pouco o debate da UFG não é realizado.

É que faleceu um servidor da Faculdade de Direito – cujo auditório serviu de palco para o embate dos governadoriáveis – conhecido como "Vadinho" e as aulas foram suspensas.

Temerosos de que não haveria quórum e diante da ausência dos dois principais candidatos, os organizadores cogitaram a suspensão do debate.

O presidente da Adufg, Romualdo Campos, resolveu então aguardar um pouco mais para ver se o público apareceria enquanto os candidatos chegavam.

No final, saiu o debate.

Sexta-feira, Setembro 08, 2006

Mundo virtual

Deu no site do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás.

Carlinhos Cachoeira quer receber uma indenização por danos morais do procurador-geral de Justiça, Saulo de Castro Bezerra.

Cachoeira acusa Saulo de tê-lo caluniado e difamado por ter dito, na imprensa, que o empresário do ramo de jogos praticou crime de corrupção ao comprar sentença judicial.

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No site de Alcides Rodrigues, candidato à reeleição, uma enquete pergunta o que a venda da Usina de Cachoeira Dourada pelo governo Maguito trouxe para o Estado.

91,65% acham que "grande" prejuízo.
0,26% acham que "pequeno" prejuízo.
7,39% acham que "vantagem".

Quinta-feira, Setembro 07, 2006

Chá de sumiço

Estava prevista a participação de Edward Júnior, governadoriável do PSDC, no Informe Goiás, apresentado por Paulo Beringhs, na Rede Record, na última terça-feira.

Edward não compareceu e alegou “imprevistos”.

Na semana passada, Edward também não apareceu para entrevista na Tribuna do Planalto.

Daí se vê a importância que ele dá – se é que deu em algum momento – à sua candidatura.

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No mesmo telejornal, Beringhs deu uma nota em que a secretária de Cidadania Linda Monteiro (PPS) avisava que só se pronunciara sobre a ação penal proposta pelo Ministério Público contra ela após ser notificada pela Justiça.

Linda e outros cinco auxiliares do governo são acusados de omissão ao não demitirem servidores comissionados que se enquadravam nos casos de nepotismo. Eles sequer teriam informados o MP da lista de funcionários que se enquadrariam neste caso.

Por que as autoridades e gestores públicos têm a mania de se pronunciarem apenas após serem notificadas oficialmente?

Talvez porque não tenham um argumento convincente naquele momento.
Ou porque talvez nós, jornalistas, nos esqueçamos de cobrar, após a bendita notificação oficial, uma resposta.

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Na última segunda-feira, o governadoriável Demóstenes Torres (PFL) foi apresentar suas propostas de governo à Associação Goiana das Empresas de Engenharia (AGE).

O quórum estava tão baixo que o presidente da AGE saiu convocando, às pressas, todos que calmamente tomavam um café da manhã no local para “encher” o auditório.

Quarta-feira, Setembro 06, 2006

Descrédito

Minutos antes de apresentar a Carta Compromisso com prioridades para seu governo, o senador Maguito Vilela (PMDB) colocou em xeque a credibilidade do Instituto Ecope, responsável por uma pesquisa divulgada hoje no jornal Diário da Manhã.

Na pesquisa, Maguito ainda aparece em primeiro com 45,4%. No levantamento anterior, ele tinha 49,8%. Alcides Rodrigues (PP) cresceu 8,6 pontos: de 23,5% saltou para 32,1%.

Os números comprovariam então a realização de segundo turno nas eleições estaduais.

A avaliação de Maguito:
"Eu acho aí que é uma questão de responsabilidade dos institutos. Eu lhe aconselho a ouvir o Ibope, Fortiori, Serpes... Estes sim, institutos que estão fazendo pesquisas criteriosas no Estado."

Se ele acredita que vai ter segundo turno?
"Sim, é claro que eu acredito que pode ter segundo turno. O que eu não acredito é em determinadas pesquisas."

Para ver o resultado da pesquisa, clique aqui.

Terça-feira, Setembro 05, 2006

Papelada



A equipe jurídica do comitê de Alcides Rodrigues (PP) acaba de protocolar a defesa da coligação do Tempo Novo no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sobre o "caso" Nerso da Capitinga.

O PMDB quer tirar Nerso da campanha do pepista com base na proibição em pagar cachês a artistas ou animadores de eventos.

Adivinhem então o que a defesa de Alcides vai alegar?
Sim, isso mesmo! Vão insistir que Nerso, ou melhor, Pedro Bismark, está trabalhando totalmente de graça.

"Se o tribunal permitir que o Nerso continue, teremos um PMDB extremamente raivoso daqui pra frente", prevê um integrante da cúpula da campanha de Alcides Rodrigues.

Incógnita

Passei hoje pelo comitê central do candidato ao governo Barbosa Neto (PSB).
Na agenda de campanha dele constava uma reunião com a direção da Associação dos Municípios do Extremo Sudoeste Goiano (Amesgo) no comitê.

Chegando lá, ninguém da recepção sabia informar se houve a reunião no local ou se ela havia sido transferida, adiada ou algo do tipo, já que Barbosa não estava no comitê.

É...
Sinal de que agora, a coisa vai!

Segunda-feira, Setembro 04, 2006

Em cima da hora

Candidato da coligação Goiás na Frente, Barbosa Neto passou um grande susto nesta segunda-feira. Ele teve que cancelar toda a sua agenda de campanha no período da manhã porque foi avisado de que o programa que havia gravado para o horário eleitoral gratuito se perdeu.

Barbosa então rapidamente desmarcou o café da manhã que teria com trabalhadores da construção civil e a visita que faria a servidores públicos no antigo Centro Administrativo, na Praça Cívica.

Passado o susto, os produtores do programa do socialista respiraram aliviados, pois hoje à noite será possível exibir imagens inéditas do socialista durante o horário eleitoral.

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Servidores públicos estaduais que ocupam cargos comissionados estariam sendo convocados para reuniões fora do horário de expediente. Nestes encontros, os funcionários estariam sendo orientados a se empenhar ao máximo para conseguir o maior número possível de votos para o governador Alcides Rodrigues, candidato à reeleição.

Vale lembrar que se houver troca de poder no Palácio das Esmeraldas, os servidores comissionados deverão ser dispensados para que os respectivos cargos sejam distribuídos entre os integrantes do novo grupo político.

Há também quem afirme que os atuais funcionários comissionados vão reforçar a campanha de Alcides nas ruas. A idéia, segundo o comitê central, é ter, até no final desta semana, cerca de três mil cabos eleitorais espalhados pela Capital.